JUSTIFICADO PELA FÉ

JUSTIFICADO PELA FÉ
Acadêmico

30/01/2021

INTRODUÇÃO

Saulo outrora declarado perseguidor dos intitulados cristãos do 1º século logo vocacionado ao santo ministério do apostolado, pelo próprio Cristo, a caminho de Damasco. Sua vida tem uma grande reviravolta, e com isso os ensinamentos da teologia chamada paulina tem grande influência sobre os ensinamentos cristãos de todos os tempos.

 Segundo [1]George Ladd, Paulo fariseus convertido, de três mundos, Judaico, helenístico e cristão, nascido em Tarso, na Cicília. Foi criado em lar Judeu nos costumes judaico (Filipenses 3:5), ascendência judaica (Romanos: 9:3), suas influências moldaram os pensamentos no contexto histórico diante de todos os tempos, enquanto [2]Gordon FEE, relata que os ensinos Lucanos em atos não poderiam ser considerados padrão pelo fato de serem narrativos o mesmo diz que para os ensinos paulino é o oposto, visto que serve como padrão e são literários. Com certeza é de grande valia seus ensinamentos, após o encontro com Cristo, Paulo teve sua vida totalmente mudada pelo poder do Espírito Santo. [3]Ladd diz: ...o Messias prometido no antigo testamento exigiu que Paulo fizesse uma revisão sobre seu entendimento da historia da redenção durante um período de quarentena, em Tarso, sua cidade natal. [4]Ladd narra que Paulo estava familiarizado com a cultura Grego-Romana e interpretou o evangelho de uma forma que fosse compatível com a cultura helenística.

 “Algo aconteceu e provocou uma transformação completa na perspectiva de Paulo. Ao tentar entender o que isso implicava, analisaremos os três fatos Mais característicos em sua missão apostólica: ele proclamou o Cristo, que antes perseguira; estava convicto de que era sua missão particular levar o evangelho aos gentios; e pregou a justificação pela fé em completo contraste com as obra da lei e sem levá-la em consideração.”  ([5]Ladd p.513)

            Um dos pilares principais de Paulo, dito por [6]Ladd, é a justificação pela fé, o tema teológico, mas debatido dentro do mundo acadêmico, e também prático da fé é a justificação sendo este um dos assuntos mais atual, apesar de ter sido esquecido pelos pais da igreja, e com isso anos se perderam sem a produção e enriquecimento desse assunto. Com a reforma protestante o tema assumiu um lugar de destaque, foi e tem sido debatido ate os dias de hoje. Iremos trata de assunto um pouco mais adiante dentro de uma perspectiva acadêmica exegética crista.

JUSTIFICAÇÃO

[7]“Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” (Romanos: 3:23)

Pecado Adâmico - Originário

Paulo declara que o pecado nos afasta de Deus e também de sua presença, isso fica expresso em suas cartas, ficando muito bem entendido, “[8]... quer em toda via, todos pecaram em um só homem” (1corintios. 15: 21)

[9]Ladd diz que a fonte do pecado origina-se em Adão, parece bastante claro que Paulo cria no “pecado original” no sentido de que o pecado de Adão fazia com quê todos os homens se tornassem pecadores. O apostolo do gentio como era conhecido Paulo, nos deixa uma pérola a lapidar em: [10] Romanos, cap. 5, verso12, “Portanto, por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” Ladd comenta que gramaticalmente isso quer dizer todos. Os homens são visto como pecadores diante de Deus, o pecado de Adão foi o pecado de todos, a morte de Adão é a morte de todos, a destituição da presença de Deus em Adão é a de todos, Paulo continua em [11] “Romanos 5:19ª Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores”.   Antes o estado que o homem estava dentro do Éden era de relacionamento perpétuo com Deus, porém o pecado, as transgressões nos afastaram de Deus, com isso foram necessários sacrifícios, diários. Robinson diz acerca do transitório e permanente, dentro de sua tese ele afirma que a relação legítima e de filiação continua da humanidade como filhos de Deus:

[12]“Os seres humanos tem um a valor único e inestimável.  em segundo lugar esta a obrigação do homens como filho de Deus . A humanidade deve a Deus uma relação de confiança e obediência filial.” (Wheeler Robinsos, p.78-79)

No caso transitório estava a continua luta pela purificação e obediência a Deus e a confiança na sua soberania, no seu poder em mudar isso esta subordinada aos sacrifícios diários para purificação, como escrito esta em Jô (1:5) a Bíblia deixa claro que Jô santificava ao Senhor e oferecia holocausto ao Senhor, dizia Jô: “porventura pecaram meus filhos e blasfemaram de Deus no seu coração”, assim Jô fazia continuamente.

O pecado original fez com que todos os pecadores cressem que existia a necessidade de sacrifício diário, porém este era transitório, a obediência a Deus para mudar e manter a relação de filhos de Deus baseando transgressão apartir daquilo que se denominava lei.

LEI

Aplicada por Deus para com o povo de Israel, em todas as transgressões da lei uma nova reconciliação.

            No antigo testamento observamos uma aliança feita com o povo de Israel, [13]Gênesis 15:18,  por meio da qual todos os povos se relacionavam com Deus sacrifício, através do sumo sacerdote. [14]Ladd diz: “Paulo não considerava a lei como o mero padrão divino para a conduta humana”. A lei tem origem divina e, portando , é boa

[15]“E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.
Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.
Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.” (Romanos 7:12, 13 e 14)

A fraqueza humana e a pecaminosidade torna-se instrumento de condenação, dentro da historia dos hebreus, em um panorama geral do livro de juízes, fica visível que esse relacionamento parece quase impossível, como relata “E, quanto a vós, não fareis acordo com os moradores desta terra, antes derrubareis os seus altares; mas vós não obedecestes à minha voz. Por que fizestes isso?”  [16] (Juízes 2:2).  “Porém tampouco ouviram os juízes, antes,  prostituíram-se após outros deuses, e adoraram a eles; depressa se desviaram do caminho, por onde andaram seus pais, obedecendo os mandamentos do Senhor; mas eles assim não fizeram.” [17](Juízes 2:17)  

 Em tempos o povo pecava e destituído eram da presença do Senhor diante de um plano salvífico e universal.

JUSTIÇA DE DEUS

[18]Tanto a criação como a humanidade está decaída, e por essa razão permanecem sob julgamento divino.

 O estado de pecado em toda via nos afasta de Deus, mais não somente isso, também nos da o titulo de inimigos de Deus: [19]“que, naquele tempo, estáveis sem Cristo, separado da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança, sem Deus no mundo” (Efésios 2:12).   As cartas aos Efésios demonstram que sem a ação redentora de Cristo e reconciliadora em Cristo, o juízo de Deus já estava manifesto na humanidade a ponto que apenas um sacrifício vivo para a redenção, salvação e purificação de todos os pecadores:

 

[20]“... um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos. E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo. Por isso é que foi dito: "Quando ele subiu em triunfo às alturas, levou cativos muitos prisioneiros, e deu dons aos homens".
Que significa "ele subiu", senão que também descera às profundezas da terra?
Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, a fim de encher todas as coisas.” (Efésios 4:6-10)

 

 [21]Ladd diz que a palavra empregada para designar são inimigos (echthros), ele ainda agregar que o termo em “A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora, contudo vos reconciliou” [22]Colossenses 1:21, considerando os pecadores como em um estado de inimizade com Deus, com isso o sentido de pecado é o mesmo que inimigo de Deus, sendo assim a justiça de Deus coloca o homem em condenação por seus atos de pecado. [23]“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” (1Corintios.1:18)

 

[24] “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para estas coisas quem é idôneo?” (2 Coríntios 2:15,16)

 

AMOR DE DEUS

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito”

No evangelho de João, temos o amor de Deus sendo manifesto através do seu filho, sendo este imputado a humanidade. [25]"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha vida eterna” (João 3:16). Paulo afirma inúmeras vezes que foi o amor de Deus que cumpriu a expiação por intermédio da morte de Jesus, [26]Ladd diz: _“Deus demonstrou supremamente seu amor, registrada em sua carta, Romanos capitulo 5:1 [27]antes não tínhamos relacionamento com Deus mas através da fé podemos nos relacionar com Deus por intermédio de Jesus. [28] “Não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo”. (Tito 3:5)

 

 

JUSTICADOS PELA FÉ

[29]“Jesus é a porta de entrada para graça, na qual, permaneceremos firmes!” William Barclay

 Sem essa porta de entrada não teríamos acesso ao pai. Em uma abordagem geral, [30]John Stott descreve que apostolo Paulo na carta aos [31]Romanos 5: 01-12 registra a justificação, porém antes ele informa o meio pelo qual alcançamos a graça, os motivos específico da justificação, ele dá continuidade e explica como são os frutos gerados por meio desta justiça !,

[32] Stott registra:

 Falando de Romanos: “Depois de falar sobre a necessidade da justificação (1.18—3.20) e do meio pelo qual fomos justificados (3.21—4.25), agora o apóstolo descreve os frutos da justificação, ou as suas bem-aventuradas conseqüências. É como se ele quisesse explicar ainda mais aquilo que ele chamou de bem-aventurança do homem a quem Deus credita justiça" (4.6).

 

 

Dentro de um contexto geral Stott evidencia que a visão de Paulo sobre justificação fica atrelado a Romano 1:18 ate sua conclusão em  5: 01.

 

 

[33]Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. (Romanos 5:1,2)

 

 

[34]Franz J. Leenhardt em concordância com Stott diz que o capitulo 5 de Romano e a conclusão de todo assunto da 1º parte de Romanos 

Barclay diz: [35] “O termo que Paulo utiliza para entrada é prosagoge. É o termo comum para referir-se à introdução ou apresentação de alguém perante a presença da realeza; e é o termo comum para referir-se à aproximação do adorador a Deus.

[36] É como se Paulo dissesse: "Jesus nos introduz à própria presença de Deus. Jesus nos abre as portas à presença do Rei dos reis; e quando essas portas se abrem o que achamos é graça; não condenação, nem juízo, nem vingança, mas a pura, imerecida, não motivada, incrível bondade de Deus." (Barclay)

 

 

Fica claro nos escritos Barclay que não foi achado merecimento algum no homem ou ate mesmo auto-suficiência para este desfrutar da presença de Deus, estar diante do poderio real, do todo poderoso, nenhum sacrifício ou mérito humano satisfaria a condição de entramos na presença do Rei dos Reis, mas foi à graça (favor imerecido) de Jesus que nos introduziu, mesmo não sendo merecedores, sendo assim a graça nos alcançou!

Foi pela fé, porque cremos, logo assim que cremos fomos reconciliados em Deus através de Cristo.

[37]Jonh Stott defini: o entendimento da justificação diante da escrita romana nos segue como justificação oriunda da fé depositada em Cristo, com isso o Senhor nos olha com olhar misericordioso daí o fato da sua graças nos alcançar, nesse momento a justiça de Deus é feita, pois o sacrifício pelo pecado é lembrado na cruz do calvário e com isso somos justificados mediante a fé, quando justificados somos logo em seguida reconciliados com Deus estamos.

[38]Luiz Roldan diz: Cada cristão pode ter certeza que mediante a fé recebeu a salvação (João 1;12), que foi inserido no corpo de Cristo este que é regenerado e que esta sendo santificado, sendo esta justificação atestada pelo ouvir e praticar a palavra de Deus e o Próprio Deus fará morada nele.

Pela graça e misericórdia somos em Cristo justificados e reconciliados com o Pai herdeiros da paz para com Deus e da morada eterna.  

 

 

CONCLUSÃO

[39]Pois tendo o coração voltado para Deus, com certeza cumpriram a fé a justiça e a misericórdia. (Roldan. 2018.p.45)

 

O pecado afasta o homem de Deus de modo que andávamos errantes diante de Deus. O juízo de Deus coloca-nos sobre a lei, para o arrependimento perante Deus necessitava-se de regeneração através da obediência e sacrifício, porém os sacrifícios eram insuficientes assim eram praticados de forma continua e diária para alcançarmos a redenção mesmo assim a natureza da matéria ainda teria inclinação para o mal, pecado, transgreções.

A lei nos aponta as transgressão e desperta à justiça de Deus, mas também o seu amor pela humanidade foi o ato de amor manifesto através do seu filho Jesus, o qual foi entregue para sacrifício de expiação não mais transitório e sim sacrifício permanente feito este concedido a toda raça humana.  Esse ato de expiação a luz da lei retira todo o pecado do mundo o qual, onde não foi achado defeito sacrifical algum, mas sim perfeito e puro, e também não foi achado culpa sobre Cristo, de modo que o sacrifício de Cristo que antes trazia ao homem a justiça de Deus, hoje com sua condenação eterna desfrutamos da justificação.

Absolvição por meio do justo juiz. Adão nos trouxe como herança a morte, porém Jesus a vida e reconciliação com o pai.

[40]Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. (Romanos 5:12-15)

 

 

É Cristo a fonte da justiça e da vida para todos os que estão nele, pois a divida foi paga em Cristo. Foi visto todo pecado da humanidade em Cristo e na humanidade não se viu pecado alguns, diante do justo juiz houve justiça. Paulo descreve em Romanos 5:01 que a justificação é pela Fe basta apenas crermos que Jesus é o Filho de Deus enviado pelo pai para tirar o pecado do mundo. Desta forma existe reconciliação através da convicção de Fé em Cristo como único e suficiente salvador reconciliando a humanidade com Deus pai, ou seja, Cristo nos da comunhão com o pai através da fé. Creio em minha convicção que não existe obra suficiente, apenas a fé em Cristo, a sua misericórdia ao ser humano e com isso a graça nos alcança a sermos justificados na lembrança e na ação do sacrifício vivo de Cristo, somos todos justificados pela fé.    

[41]“... Está consumado!

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICA

 

ALMEIDA, João Ferreira. Revista e corrigida. Bíblia Sagrada- Harpa crista. Edição revista e corrigida Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

BARCLAY, William. Comentário do Novo Testamento. Tradução: Carlos Biagini. Trinity college, Glasgow.1955. 

FEE, Gordon D. ;STUART. Entendes o que lês? Um guia para entende a Bíblia com auxilio da exegese e da hermenêutica. São Paulo; edição vida nova, 1984.

LADD, George, Eldon. Teologia do Novo Testamento, Ed: Rev.São Paulo. HAGNOS. 2003.

ROBINSOS, H.Wheeler, The Christian Doctrine Of Man ,1926.

ROLDAN, Luiz. Apostasia ao Longo da História da Igreja. Reflexão. São Paulo 2018

STOTT, John. A Bíblia Fala Hoje, A Mensagem de Romanos 5 - 8, ABU, 1988.

 

 

LADD, George, Eldon. Ed: Rev.São Paulo. 2003.

 

 

[1] LADD, George, Eldon. Teologia do novo testamento, Ed: rev.São Paulo. HAGNOS. 2003, p. 508

[2] FEE, Gordon D. ;STUART. 1984.

[3]LADD, Op. Cit., p.516

[4] Idem, Ibidem, p.508

[5] LADD, Op. Cit., p.513

[6] Idem, Ibidem, p.513

[7] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida. Bíblia Sagrada- Harpa crista. Edição revista e corrigida Rio de Janeiro: CPAD, 2017, P. 765.

[8] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida. Bíblia Sagrada- Circulo de Oração. Edição revista e corrigida Rio de Janeiro: CPAD, 2009 p.1490

[9] LADD, Op. Cit., p.559

[10] ALMEIDA, Op. Cit., p.766

[11] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida p. 1456a

[12] H.Wheeler Robinsos, The Christian Doctrine Of Man (1926)p.78-79

[13] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Gênesis p. 20

[14] LADD, George, Eldon. Ed: Rev.São Paulo. 2003.

[15] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Romanos p. 1458

[16] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Juízes p. 327

[17] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Juízes p. 328

[18] LADD, Op. Cit., p.552

[19] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Efésios p. 1519

[20] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Efésios p. 1521

[21] LADD, Op. Cit., p.562

[22] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Colossenses p. 1534

[23] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, I Coríntios p. 1472

[24] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, II Coríntios p. 1495

[25] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, João p. 1360

[26] LADD, Op. Cit., p.586

[27] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Romanos p. 1455

[28] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Tito p.1567

[29] BARCLAY, William, 1955

[30] STOTT, John, 1988.

[31] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Romanos p. 1455-1456

[32] STOTT, John. A Bíblia Fala Hoje, A Mensagem de Romanos 5 - 8, ABU, 1988. P.79

[33] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Romanos p. 1455

[34] Franz J. Leenhardt autor não consta

[35] BARCLAY, William, 1955 p.81

[36] BARCLAY, William, 1955

[37] STOTT, John, 1988.

[38] ROLDAN, Luiz. Apostasia ao Longo da História da Igreja. Reflexão. São Paulo 2018.p 44

[39] ROLDAN, Luiz. São Paulo 2018.

[40] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, Romanos p.1456

[41] ALMEIDA, João ferreira.  Revista e corrigida, João 19:30b p. 1392


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Prof.: William Rodrigues Professor e coordenador pedagógico da FAPEG Graduado em Teologia pela (Faecard) Graduado em Superior em negócio imobiliário pela (UNESA) Acadêmico de Direito (UNESA ) Pós Graduado em Teologia do Novo Testamento Pela Fatun Quem sou: casado, 31 anos de idade membro da – Igreja Assembleia de Deus Ministério Tempo Para Todos. dedico meu tempo a minha Família meus estudo e trabalho e ao magistério e principalmente no ensino da palavra do Eterno com amor e afinco. Meu principal objetivo como professor: Gosto de propor pensamentos ao universo cristão e através disso fazer com que meus alunos cresçam e se desenvolva no ambiente do pensamento e galgue patamares alto.

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